domingo, 11 de setembro de 2016

Nem tudo é tão lixo, quando feito em palavras

A medida que se consome
o mundo doente e frágil, 
o corpo cai em si 
e chega ao 
plano baixo.
Límpido, puro e repleto de: 
Flores...
Drogas...
Olhos...
Tijolos...
...

Emaranhados construídos
                     de forma coisificada,                      
a partir da realidade
                     mais fajuta.                     
 Onde coisas e cores 
permitem-se palpáveis, 
dançando no cotidiano líquido
do desocupado 
    linguista do acaso,  
esquecido
em seu
português de ralo. 

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